O Ministério da Agricultura identificou fraudes em oito marcas de azeite disponíveis em mercados brasileiros. Os produtos, vendidos como azeite de oliva, tinham óleo de soja em sua composição. Após análises de laboratório, o governo classificou os itens como impróprios para o consumo.
Produtos foram desclassificados
As fiscalizações ocorreram em diferentes estados. Técnicos recolheram amostras de marcas suspeitas e enviaram para testes no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA). Os resultados apontaram a adulteração.
A partir disso, o Ministério determinou o recolhimento imediato dos lotes afetados. A venda continua proibida em todo o território nacional.
Veja as marcas envolvidas
As marcas e empresas envolvidas na fraude são:
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Santa Lucía
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Villa Glória
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Alcobaça
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Terra de Olivos
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Casa do Azeite
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Terrasa
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Castelo de Viana
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San Martín
Algumas dessas marcas usaram nomes parecidos com rótulos conhecidos, o que dificultou a identificação por parte do consumidor. Em muitos casos, as empresas nem possuíam registro no Ministério da Agricultura.
Orientação ao consumidor
O Ministério orienta que, quem tiver comprado algum desses azeites, interrompa o uso imediatamente. O produto deve ser devolvido ao local de compra, com base no Código de Defesa do Consumidor.
Denúncias podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, informando o nome do produto e o endereço do estabelecimento onde ele foi vendido.
Como evitar fraudes
Para se proteger, o consumidor deve:
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Verificar se a empresa tem registro oficial.
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Conferir a lista de ingredientes no rótulo.
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Desconfiar de azeites muito baratos.
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Pesquisar a reputação da marca antes de comprar.
Segundo o Ministério, a fraude em azeites é uma infração grave. Estabelecimentos que continuarem vendendo os lotes desclassificados podem ser multados ou interditados.
