Com atuação que transita entre comunicação, hospitalidade e lifestyle, Alan Victor construiu uma trajetória marcada por sensibilidade, estratégia e repertório internacional. Para a Revista Poder, o assessor de comunicação fala sobre sua forma de comunicar, o impacto das experiências globais em seu trabalho e como transformar marcas em histórias capazes de criar conexões duradouras entre pessoas, culturas e mercados.
Quem é Alan Victor e como começou sua trajetória profissional?
Sou carioca, mas vivi muitos anos em Araruama, na Região dos Lagos. Minha trajetória começou a partir de uma combinação de curiosidade pelo mundo, sensibilidade e estratégia. Atuo como assessor de comunicação e assessor de imprensa, sempre enxergando a comunicação como experiência — e não apenas como divulgação.
Hoje, em quais áreas você atua dentro do mercado de comunicação?
Minha atuação atravessa os universos da gastronomia, da hospitalidade, do turismo e dos grandes eventos culturais. Trabalho com marcas que entendem experiência e lifestyle como parte essencial do posicionamento, e isso orienta todas as estratégias que desenvolvo.
Você administra uma carteira extensa de clientes. Como define seu diferencial nesse cenário?
Atualmente, atendo mais de 35 clientes ativos, entre restaurantes, hotéis e projetos ligados à experiência. Meu diferencial está na capacidade de traduzir marcas em narrativas consistentes, humanas e conectadas ao comportamento contemporâneo. Vou além da divulgação tradicional, atuando em posicionamento, relacionamento com a imprensa, construção de reputação e leitura dos movimentos culturais que influenciam o consumo e o desejo.
Como as viagens internacionais impactaram sua forma de trabalhar?
No último ano, viajei por mais de 15 países. Essa vivência ampliou meu repertório e aprofundou meu olhar. Observei diferentes culturas, modelos de hospitalidade e cenas gastronômicas, o que refinou minha atuação no mercado brasileiro. Hoje, consigo trazer referências globais para estratégias locais, especialmente nos setores de alimentação, turismo e experiências de marca.
De que forma esse trânsito entre o Rio de Janeiro e o mundo faz parte da sua identidade profissional?
Esse movimento é essencial para mim. Eu observo, comparo, aprendo e adapto. Seja em cozinhas, hotéis icônicos ou eventos de grande escala, meu foco está sempre na experiência do público e na forma como histórias bem contadas criam vínculos duradouros entre marcas e pessoas.
O Carnaval tem um papel importante na sua trajetória?
Sem dúvida, o Carnaval ocupa um lugar simbólico forte. Ele representa a cultura, a hospitalidade e a potência do Rio de Janeiro. Ainda assim, minha carreira não se sustenta apenas nesse período. Construí um trabalho sólido que acontece ao longo de todo o ano, dialogando com diferentes contextos e públicos.
Como você define sofisticação dentro do seu trabalho hoje?
Acredito em uma sofisticação ampliada. Menos sobre excesso e mais sobre cuidado, consistência e autenticidade. Essa visão orienta tanto o meu trabalho com marcas quanto a forma como penso experiências e relações.
O que guia suas escolhas profissionais atualmente?
A mesma convicção que me acompanha desde o início: comunicar é criar encontros significativos. Entre marcas e pessoas. Entre culturas diferentes. Entre o Rio de Janeiro e o mundo.