O Carnaval de São Paulo em 2026 foi marcado não apenas pela multidão nas ruas e pela diversidade dos blocos, mas também pelo esquema de segurança que se tornou vitrine para o restante do país. Sob a coordenação do secretário Osvaldo Nico Gonçalves, a capital adotou um modelo que combinou planejamento antecipado, monitoramento em tempo real e forte presença policial, resultando em redução de ocorrências e resposta rápida a crimes.
Desde os primeiros dias da operação especial, milhares de policiais militares foram destacados para atuar diariamente nas regiões com maior concentração de foliões. O efetivo contou com viaturas, unidades especializadas, helicópteros e integração direta com centrais de inteligência. Além do policiamento ostensivo, agentes à paisana circularam entre o público para identificar suspeitos e coibir furtos e roubos, prática que se mostrou decisiva em diversas abordagens.
Nas ruas, o reflexo foi percebido de forma imediata. Participantes relataram sensação ampliada de tranquilidade e maior liberdade para aproveitar os blocos por mais tempo. A visibilidade do policiamento, somada às ações discretas de investigação, contribuiu para inibir práticas criminosas e aumentar a confiança coletiva.
De acordo com o secretário, o uso de estratégias diferenciadas, como disfarces e infiltração, ampliou a capacidade de flagrar criminosos em ação. Ele ressaltou que a criatividade operacional se tornou aliada importante em eventos de grande porte, onde a dinâmica exige respostas rápidas e adaptáveis.
O desempenho paulista ganha destaque quando comparado a outras regiões do país que enfrentaram episódios graves durante o feriado. Em alguns estados, o período foi marcado por registros de mortes violentas, cenário que reforça a importância de planejamento estruturado e integração entre forças de segurança.
Especialistas apontam que a combinação entre policiamento ostensivo e inteligência preventiva é hoje uma das ferramentas mais eficazes para grandes aglomerações urbanas. Em São Paulo, a articulação entre Polícia Militar, Polícia Civil e demais órgãos possibilitou não apenas prisões em flagrante, mas também a recuperação ágil de bens furtados, mesmo com milhões de pessoas circulando pela cidade.
O resultado prático foi um Carnaval com ruas lotadas, clima familiar e redução da percepção de risco. Mais do que números operacionais, a edição de 2026 ficou marcada pelo sentimento de proteção relatado pelos foliões.
Com o modelo aplicado neste ano, São Paulo reforça sua posição como referência nacional na organização de grandes eventos. A experiência demonstra que investimento em tecnologia, inteligência e presença qualificada do Estado pode garantir que a celebração popular aconteça com segurança e liberdade, sem abrir espaço para a violência.
O resultado da excepcional atuação integrada das forças de Segurança Pública refletiu-se em uma das maiores sensações de segurança já percebidas nas últimas décadas durante o Carnaval da capital paulista. O que antes parecia um ideal distante concretizou-se em realidade, evidenciando a eficácia do planejamento e da execução das ações adotadas.Entre foliões, comerciantes e moradores da capital, o sentimento predominante foi o de que houve, de fato, uma mudança perceptível no cenário da segurança pública. Nas ruas e nas redes sociais, multiplicaram-se os relatos de que o ambiente esteve mais organizado, com presença ostensiva e resposta rápida das forças policiais, o que ampliou a sensação de tranquilidade durante a festa.Nesse contexto, ganhou força a avaliação de que o governador Tarcísio de Freitas acertou ao escolher o Dr. Nico para comandar a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. A percepção popular é de que a decisão trouxe resultados práticos, refletidos em números e, sobretudo, na confiança demonstrada pela população, que afirmou ter sentido diferença concreta na condução das ações e na proteção durante o Carnaval.
