Revista Poder

Magalu vai abrir lojas de marcas como Kabum e Netshoes

Foto Reprodução IG

O Magazine Luiza passou os últimos cinco anos construindo o que define como ecossistema de negócios, com o objetivo de reduzir a dependência da venda de bens duráveis – categoria mais atrelada a crédito e, consequentemente, mais vulnerável aos juros altos. Agora, na próxima fase, a varejista vai jogar pesado na era do agente de IA, para aumentar a conversão de vendas e o cross-sell entre as marcas.

“Temos 35 milhões de clientes ativos no ecossistema Magalu, mas pouca sobreposição de compras entre os canais”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu, ao Pipeline. Ele se refere à rede principal, Época, Estante Virtual, Kabum e Netshoes, mas também a negócios como cloud (que começou a expandir além das PMEs), Magalog (cuja carteira de clientes inclui Boticário, Shopper e Petlove), Magalu Ads e o MagaluPay, que bateu 25% de ROE.

O lucro líquido ajustado foi de R$125 milhões no trimestre, queda de 10,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, com geração de caixa operacional de R$ 2,2 bilhões. No ano, o lucro foi de R$159 milhões.

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