As entidades fechadas de previdência complementar, conhecidas como fundos de pensão, encerraram 2025 com resultados positivos e desempenho expressivo. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, o setor registrou rentabilidade média de 13,2% e superávit de R$ 17 bilhões no período.
O resultado representa o melhor desempenho desde 2013, refletindo a diferença entre planos superavitários e deficitários ao longo do ano. Enquanto parte das carteiras apresentou ganhos relevantes, outra parcela registrou perdas, mas o saldo final permaneceu positivo para o sistema.
De acordo com a Abrapp, o cenário evidencia a capacidade de adaptação das entidades mesmo diante de um ambiente econômico considerado desafiador. A combinação de estratégias de longo prazo, controle de riscos e práticas de governança contribuiu para a consistência dos resultados.
Os fundos de pensão no Brasil administram cerca de R$ 1,4 trilhão em ativos e têm papel relevante no sistema financeiro. Voltados a trabalhadores vinculados a empresas ou associações, esses planos funcionam sem fins lucrativos e têm como objetivo garantir renda complementar na aposentadoria.
O desempenho registrado em 2025 reforça a importância do segmento dentro do mercado de previdência privada e aponta para uma tendência de estabilidade e crescimento sustentado no setor.
