O Ministério Público Federal iniciou uma ação para investigar a realização de um estudo com a proxalutamida em pacientes com covid-19 no Amazonas. O processo busca esclarecer a condução do ensaio e eventuais responsabilidades.
A investigação indica que a pesquisa pode ter sido executada fora dos parâmetros aprovados por órgãos reguladores, como a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. O estudo teria sido expandido para diferentes unidades de saúde e incluído casos mais graves.
Outro ponto analisado é a comunicação de riscos aos participantes. O MPF aponta possíveis falhas nesse processo, além de inconsistências na notificação de complicações relacionadas ao tratamento.
Entre as medidas solicitadas estão ações de reparação às vítimas e criação de mecanismos para evitar problemas semelhantes no futuro.